Relato de uma peregrina após a chegada:

1º dia:

Tarde : Cultivo de mexilhão(vieiras e ostras)nas Rias Baixas- Arosa: Jangadas flutuantes têm o viveiro, onde os moluscos crescem em cordas até terem o tamanho suficiente para serem colhidos. A produção de mexilhões prosperou aqui porque há uma concentração geralmente alta do fitoplâncton na água, proporcionando aos mexilhões uma boa dieta rica em proteínas. Degustação de mexilhão e vinho da região Visita da Ilha de La Toja com a sua Capela coberta de vieiras.

Noite :Chegada a Santiago de Compostela.

2º dia:

Manhã -> Visita guiada ao centro histórico com um guia muito sabedor do Evangelho, de um humor apurado, que nos foi guiando pela história da Península Ibérica, não esquecendo nunca o humor, a piada que nos fazia rir até às lágrimas! Penso que também ele gostou deste grupo e deste Pároco! Houve sintonia e nem nos apercebemos que já era tempo de ir dar um abraço a Santiago e descermos à cripta para rezar junto aos seus restos mortais!!! Participámos na Missa , concelebrada pelo nosso Pároco, Pe Alberto de Oliveira e tivemos a sorte de ver o “Botafumeiro” que , desde o séc. XIV, é um dos Objectos mais emblemáticos da Sé. O incenso é posto neste enorme turíbulo e rapidamente enche as naves da Catedral e se eleva até Deus.  “O uso do incenso ganha destaque na famosa Missa do peregrino, realizada na Catedral de Santiago de Compostela, em Espanha. Nesta Missa, é utilizado um turíbulo de prata, chamado de “Botafumero”, com 240 kg., pendurado ao teto por um sistema de carretilhas, que necessita de seis sarcedotes para fazê-lo percorrer, em um movimento pendular mais de 80m de um lado a outra da Catedral”. Esta é uma experiência única, principalmente para quem percorre os mais de 800km do Caminho do Santiago e comemora o final da jornada com esta celebração.

Tarde e noite – Chegada a Chaves. Para quem conhece todos os recantos , pode conduzir-nos aos pontos de interesse, sem desgaste e consegue-se ver o dobro em metade do tempo! Que linda é a cidade de Chaves!

3º e último dia de Peregrinação:

Após o pequeno almoço rumámos à terra do nosso Pároco, Pe Alberto de Oliveira, onde participámos na Solenidade da Ascensão do Senhor, por ele presidida. Fomos muito bem recebidos pelas pessoas da terra, que muito nos acarinharam.

Após a Eucaristia, fomos recebidos em Bóbeda, casa dos Pais do Pe Alberto de Oliveira ! Todos os paroquianos estavam felizes pela recepção, onde vivemos momentos de muita alegria, descontracção e boa disposição! E… para “mata-bicho”, como o Padre lhe chamou, só vos digo que mais parecia um “copo d’ água” …onde não faltaram os famosos ‘pastéis de Chaves’, o bom presunto, paio e salpicão, a boa pinga caseira e pão cozido lá em casa ! Agradeço-lhe, Padre e a seus Pais, a simpatia com que nos receberam! Depois… calculem… voltámos a Chaves para almoçar!!! Após os dois almoços… soninho, terço e docinhos até casa!!! Bem haja Pe Alberto de Oliveira!!!

Partilhar